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| Aline Barros |
A Edição de 23/5/12 da Revista Veja, que começou circular neste domingo, trás uma matéria onde é enfatizado o espaço que a música evangélica está ocupando no mercado fonográfico brasileiro.
Destacando nomes como Aline Barros e Damares, o jornalista Sérgio Martins apresenta números que demonstram que os CD's do segmento evangélico já ocupam o segundo lugar em vendas no país, perdendo apenas para o estilo sertanejo. Em 2010 o segmento faturou 1,5 bilhão de reais.
Cassiane, Bruna Karla, Fernanda Brum, Kleber Lucas, Leonardo Gonçalves, Pregador Luo, Régis Danese, Luiz de Carvalho e Shirley Carvalhaes também são lembrados pela revista, como representantes da música agora chamada de "gospel", o que não significa, segundo o editor da matéria que o estilo nacional está sendo influenciado pela música americana, muito pelo contrário, cada vez o cenário evangélico nacional ganha seu próprio estilo.
Segundo a Veja as músicas evangélicas cada vez ultrapassam os limites do público que frequenta as igrejas evangélicas. Depois que programas seculares como Raul Gil, Eliane e Xuxa abriram espaço para os cantores que outrora cantavam apenas especificamente para o público evangélico, o horizonte tem ficado cada vez mais aberto.
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| Damares |
Gravadoras seculares como a Som livre e Sony Music passaram a incluir nomes do gênero evangélico em seu plantel. A gravadora da Globo tem em seu repertório nomes como Diante do Trono e Regis Danese. Já a Sony tem quinze nomes em seu catálogo "gospel", incluindo Damares, cujo álbum Diamante foi o nono mais vendido no Brasil em 2011, com 400 mil cópias, quantidade que costuma vender cantores como Roberto Carlos e Victor e Léo. Representante da chamada música pentecostal, a cantora paranaense aproxima-se mais da velhas canções de adoração do que do pop de Aline Barros.
Para a Veja o público evangélico não costuma comprar CD pirata por considerar pecado e também fica atento ao comportamento dos cantores, exigindo deles uma postura adequada à fé que professam em suas músicas. A revista também enfatiza que cantores que de repente focam o público evangélico são vistos com desconfiança.
Por Francisco Evangelista


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