Teve um desencantado, que escreveu algumas regras para chegar ao "ministério", que dependendo da pessoa, do QI, da gra$$a e un$$ão e até premiação por tempo de servi$$o, além dos aspectos quanto a nepotismo, neofitismo ou ausência de qualificação teológica, são pontos que são insignificantes, onde o importante, é no final do mês.
Outro que encontrei, e já eram favas contadas a sua promoção, haja visto saber a distinção de semântica entre unção e promoção, trazia estampada na face o ar de superioridade. Bem, esta foi a minha impressão. Não sou xiita, opto pela ortodoxia, mas não sou incoerente para deixar de ler as entrelinhas da manipulação.
Ainda bem que no que tange a uma qualificação maior de ascensão os requisitos são mais estáveis. Tenho mente aberta, para aceitar críticas ou posicionamentos discordantes, mas tem gente no que chamam de "ministério" que ao ser questionado, mas parecem ser inatingíveis, ou que se trabalha para desfazê-lo, onde o intuito é justamente o contrário, de fazer crescer a obra, e altruistamente.
É fato e certo que há uma série de críticas contra a liderança da igreja, influenciada por forças que não conhecem e ou desconhecem o métier. A regra geral , nem sempre serve no específico. O fato de tal líder ter tido tais atitudes benéficas numa área, não é necessariamente afirmar que há perfeição eclesiástica na congregação.
Muitos líderes que antecederam na obra em cada congregação, tiveram papel importante na arquitetura, construção e desenvolvimento da igreja. Uns em uma área específica, outros em outra, mas todos deixaram sua marca, nem que seja ao menos negativa.
Alguém que não impacta, não influencia e nunca se conforma, tendo como alvo focar a vida do líder para apontar e dinamitá-lo por razões as mais complexas e as vezes com razão onde há pertinência, mas falta incumbência e determinação temporal para resolver a questão eclesiástica. Qual o interesse em manter tal pessoa em cargo de confiança? Haja visto a sua conduta ser nociva para o bom andamento desenvolmentista do trabalho de ensino da Palavra e da sã doutrina?
E outro que se diz obreiro, cuja vida é pautada apenas em fazer o papel de bobo da corte, e angariar benesses para satisfazer o egocentrismo desmedido e doente de um líder. É vergonhoso, mas é o que se comenta.
E outro que se diz obreiro, cuja vida é pautada apenas em fazer o papel de bobo da corte, e angariar benesses para satisfazer o egocentrismo desmedido e doente de um líder. É vergonhoso, mas é o que se comenta.
Conheço outro que é um criador de possibilidades negativas, onde aproveita todas as circunstâncias, distorce os fatos e é sempre contrário aquilo que a sua visão não alcança, sempre inspirado para a oposição e utilizar as potencialidades para realizar o extraordinariamente negativo. Dão continuidade a sua gestão, ou seja, cultivam, regam joio.
Temos em nosso meio, bons e preparados pastores, obreiros, teólogos, e grandes líderes religiosos cuja postura ética e social, capacitam-nos a liderança. São aptos ao domínio de novas tecnologias, de diferentes linguagens e adequam-se a meios diversos sem perderem a sua identidade engrandecendo o Reino de Deus. Logicamente que no meio exitem as exceções e são grandes, aves de rapinas, que só atrapalham (mas, fazer o que, devem ser respeitados) onde felizmente na caixa de tomate, nem todos são podres.
Hoje em dia o sistema tenta desqualificar o pastor, ou o que se deixar, para ser gestor ou administrador. Em vez de cuidar prioritariamente das ovelhas, dos sermões e oração, tende a planejar, organizar e controlar o funcionamento das congregações e liderados sob sua responsabilidade.
O fomento ao conhecimento teológico dos membros da sua congregação é relegado a uma esfera secundária, já que exitem várias pessoas sob a sua responsabilidade e tem de decidir o que é mais importante. Resultado: Ovelha com fome, foge para outro pasto.
O trabalho de orientar as famílias, buscando a valorização e dignidade humana e solidariedade social; trabalhar com as crianças, incentivar adolescentes e jovens na busca de formação intelectual, técnica e tecnológica, fica condicionada a um pastor ou gestor? Será que o gestor sabe o estado da ovelha?
Por isto, quando falta o cooperar com as autoridades constituídas, gera ciúmes e as atividades que visam erradicar a pobreza e miséria ficam estacionadas, bem como o desenvolvimento pessoal e global. Deus compartilhou conosco o melhor, dando-nos o seu único filho.
O que entendo é que falta analise de campo de atuação, bem como os desafios contemporâneos. Há uma seca espiritual nas dimensões institucional e organizacional, onde a natureza teológica de elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e metodológicos está bem distante de Deus e do povo, pois falta unção, por faltar jejum, oração e comunhão no sentido amplo, por isto há a grita
O povo quer conhecimento com prática, para estar apto para solucionar qualquer eventualidade e dificuldades de toda a sua comunidade religiosa, tanto material, espiritual e psicossomática.
O exercício que cabe diante da missão Divina e nem pode ser questão de discurso normativo ou institucional. É uma imposição que recai sobre aquele que afirma estes modelos para que ele os pratique numa atitude pedagógica a fim de que essa atitude possa ser apreendida e assimilada axiologicamente por todos aqueles que povoam o espaço de vivência compartilhada.
O que a Igreja exige do obreiro: acima de tudo fidelidade, que este seja zeloso da sua casa e de Deus, além de bastante leitura, visão de cultura geral e que esteja conectado na visão do mundo bíblico e coordenação de idéias, tudo voltado para a defesa dos interesses essencialmente bíblicos. Haja visto, entendo que estamos tratando de fé. Cabeça fria e nada de estresse, obreiro.
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