Ontem na plenária 13 do PT em Paulista, mas precisamente no bairro de Pau Amarelo no Litoral Recepções, estava completamente tomado para o ato político do Deputado Sérgio Leite em lançar sua estratégia de campanha e plano de governo que será discutido nos fóruns com a sociedade.
Lideranças de fato em vários segmentos foram inseridas no mesmo rol de virtuais. Discursos qualificados e nem tanto assim, foram ouvidos, afinal faz parte da democracia e infelizmente da demagogia.
Eu tenho observado com muito cuidado a aliança político-partidária instituída (diga-se de passagem ampla e eclética) do PT no país e Paulista não fugirá a regra, afinal é o modelo petista, sedimentada com futura e farta distribuição (muitas das vezes inconsequente) de cargos para garantir uma base de governo.
Ouço também que tem gente que muda até o discurso, para agradar e conseguir uma colocação melhor frente a pluralidade dos partidos e ter uma melhor ou talvez melhor barganha na futura composição governamental, caso haja vitória.
Não sou cético, mas enxergo quadros inexpressivos da política do Paulista, posicionar-se como se tivesse alta representatividade. Partidos nada representativos posiciona-se como nanico e outros numericamente inexistentes, falam como emergentes e querem que nós aceitemos tamanha insanidade.
Para piorar, os quadros representativos dentro do partido dos trabalhadores e da bancada propriamente dita, assumem o lugar posterior (muitas das vezes) de coadjuvante dentro do processo de discussão, talvez quem sabe, por ser de tendência diferente ou discordar da maneira colocada e/ou buscar uma amplitude centrada de novo modelo de gestão, ou por entender que aquele modelo não é o melhor para a população. Falo como observador, e não como interlocutor.
A vantagem apresentada pela aliança do PT-PMDB nacional, foi estratégica para eleição de Dilma, mas já havia adiantado (aqui no Blog) que era nociva para o bom andamento do próprio governo. Antes da eleição de Dilma, escrevi: "Quem confia no PMDB?" Se o PT tem as tendências, o PMDB também tem, sendo extremamente fragmentado, diferentemente do PT que tem as lideranças.
Tanto é que os prejuízos apresentados, fomentam e instrumentalizam a formação de novas alianças do PT, abrindo espaços estratégicos absurdos para o PSD e /ou PSB para a tal governabilidade, onde o presidente Lula, não aprendeu nada com os exemplos de Sarney e Itamar, optando pelo modelo falido francês que derrubou até mesmo Sarcozy, sem direito a reeleição, pelo caos econômico, político e social.
Tanto é que os prejuízos apresentados, fomentam e instrumentalizam a formação de novas alianças do PT, abrindo espaços estratégicos absurdos para o PSD e /ou PSB para a tal governabilidade, onde o presidente Lula, não aprendeu nada com os exemplos de Sarney e Itamar, optando pelo modelo falido francês que derrubou até mesmo Sarcozy, sem direito a reeleição, pelo caos econômico, político e social.
O que eu vejo, é falta de controle nas escolhas dos quadros para a cidade do Paulista, mas, a educação, qualificação e modo de pensar dos jóvens, aos trancos e barrancos da cidade tem mudado e por poucos observado. O índice de pessoas com acesso ao terceiro grau é bem maior do que na última eleição, e não se aceita a prática de falta de plano de governo de fato, cuja simulação ou manipulação para retribuir apoio a aliados como instrumento de cooptação não será engolido facilmente.
É preciso lembrar que o PT muda e avança vertiginosamente com seus quadros. O quadro técnico do PT é maior do que os caciques, e o próximo PED vai revelar tal fato, onde diretório desorganizado não garante voto. Afinal, quem garantiu a eleição de Dilma, os caciques ou a militância que foi buscar voto a voto? A voz da militância em Recife, já deu resposta a Lula, em não aceitar o seu sistema ditatorial.
Organizações sociais, sindicais e sociedade organizada deve ter mais direito do que aventureiros de palanques que não tem voto, isto é óbvio ou não?
Pois bem, outro detalhe: as proposições sérias apresentadas, tem um peso menor de atenção, entretanto, discursos contraditórios, tem mais de atenção, porque?
Lembremo-nos da rota de colisão no final do governo Lula, reconhecendo as centrais sindicais, e o recebimento dos recursos, indo contra o que pregara, quando era oposição ao aparato varguista na área trabalhista, e ontem ouviu-se fala a favor do mesmo modelo para ser implantado independentemente do partido. É contraditório ou não?
Por fim, há acertos e desacertos dentro do PT do Paulista, onde soluções como freio de arrumação ou um choque partindo da liderança executiva municipal ou outra solução mais adequada, deva mudar a história, tanto na majoritária como na proporcional, pois se o governo do estado intervisse diretamente na cidade das chaminés (como se comporta o atual momento político que vivemos) a continuidade do governo socialista já estaria praticamente garantida, é bom não se esquecer deste detalhe.
Pois bem, outro detalhe: as proposições sérias apresentadas, tem um peso menor de atenção, entretanto, discursos contraditórios, tem mais de atenção, porque?
Lembremo-nos da rota de colisão no final do governo Lula, reconhecendo as centrais sindicais, e o recebimento dos recursos, indo contra o que pregara, quando era oposição ao aparato varguista na área trabalhista, e ontem ouviu-se fala a favor do mesmo modelo para ser implantado independentemente do partido. É contraditório ou não?
Por fim, há acertos e desacertos dentro do PT do Paulista, onde soluções como freio de arrumação ou um choque partindo da liderança executiva municipal ou outra solução mais adequada, deva mudar a história, tanto na majoritária como na proporcional, pois se o governo do estado intervisse diretamente na cidade das chaminés (como se comporta o atual momento político que vivemos) a continuidade do governo socialista já estaria praticamente garantida, é bom não se esquecer deste detalhe.
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