Assim
que reassumiu a presidência do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) tem
adotado uma postura moralista e de transparência nos gastos públicos.
Entretanto, a farra das licenças médicas ainda continua presente,
levando por água abaixo esse discurso do presidente.
Segundo o jornal o Estado de São Paulo,
em dois anos, funcionários e servidores comissionados, a maioria
efetivos da Casa, tiraram 87,5 mil dias de licenças - mais de 239 anos.
Dados atuais mostram que, desde o início da atual legislatura, cada
funcionário do Senado se afastou por motivo de saúde em média 14 dias.
Levando como
base o mês de abril, na qual os servidores receberam, em média, R$ 19
mil, o custo aos cofres públicos chega a R$ 50 milhões. Valor pago sem
que trabalhassem, enquanto um cidadão comum, e como bem é conhecido por
todos, sofre para pegar licença de qualquer que seja o caso.
São esses os políticos que queremos? São essas posturas omissas que vamos continuar praticando?
Caio Barbosa é sociólogo.
da Folha Política.org
da Folha Política.org
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