Infelizmente o dia de ontem aqui em Brasília, concentrou-se na Comissão da Verdade que não deve ir (muito) fundo na verdade, passeata frustrada da ABGLT e marcha dos Prefeitos. Todas estas manifestações, conduziram a uma virada no foco do nosso pleito, sem falar na comissão anti-desmatamento.
A alegação por parte dos prefeitos é excesso de pisos salariais da União que afetam as finanças municipais. Estas são as teses apresentadas pelos prefeitos.
A alegação por parte dos prefeitos é excesso de pisos salariais da União que afetam as finanças municipais. Estas são as teses apresentadas pelos prefeitos.
Em defesa da categoria dos ACS e ACE, quanto a implantação do piso salarial, não há de fato um comprometimento explícito por parte do grosso da bancada para peitar o governo. Há de fato um jogo de xadrez, mas o rei de fato (a categoria ACS e ACE) não é boba, e tem uma hora que irá faltar a paciência, e deva-se agir contra o abuso e exploração da massa , diga-se de passagem, que não é de manobra. Assim espero da CONACS, principalmente por parte da Dra Elane, onde creio que todo nosso esfoço não será envão.
A história de estrangulamento municípal, centralização financeira no Governo Federal e problemas de trâmites jurídicos dos municípios, o que os ACS e ACE têm com isto? Outro ponto concentra-se em qual ligação da Emenda 51 com piso de magistério e dificuldade municípal, é piada ou não?
O Ministro da Saúde Alexandre Padilha, bem como o Senador Humberto Costa nos disseram em Recife, que era prioritário a aprovação da Emenda 51. Já foi aprovada a tal emenda, e absolutamente nada aconteceu, nem de pauta para tramitação e votação do piso salarial dos ACS e ACE.
Como o que é ruim sempre tende a piorar, a nova infeliz alegação municipalista, tenciona-se na idéia de haver uma proliferação de pisos salariais, onde aí concentra-se a nossa luta, pois de fato queremos a implantação do nosso piso nacional.
O Ministro da Saúde Alexandre Padilha, bem como o Senador Humberto Costa nos disseram em Recife, que era prioritário a aprovação da Emenda 51. Já foi aprovada a tal emenda, e absolutamente nada aconteceu, nem de pauta para tramitação e votação do piso salarial dos ACS e ACE.
Como o que é ruim sempre tende a piorar, a nova infeliz alegação municipalista, tenciona-se na idéia de haver uma proliferação de pisos salariais, onde aí concentra-se a nossa luta, pois de fato queremos a implantação do nosso piso nacional.
Qualquer dona de casa sabe, que a feira só é feita de maneira que se tenha caixa para bancar a mesma. O nosso piso pode e deve ser ser aprovado, mas a má vontade do Congresso fica cada dia mais explícita com receio de peitar o governo. Vale lembrar as falas das lideranças, e do Presidente da Câmara. Onde as palavras giram em torno de "ponto polêmico" e "necessita-se de acordo". Pergunto: Se a discussão da matéria fosse referente aos salários dos Deputados, a novela teria esta mesma quantidade de capítulos?
Além disso, há a corrupção, dificuldade em se fazer a reforma tributária e o bode expiatório da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Quando o governo compromete-se em subsidiar pisos, no caso do não-pagamento às categorias, imaginem como não está a arrecadação?!
Outro ponto que me intriga, é no tocante a carga tributária, por sinal, mal distribuída, aliada a má vontade política. Onde dinheiro tem para a copa, e não temos a menor condição de disputa por incapacidade de gestão.
A seleção não joga só com Neymar. Tem de ter técnico, para começo de história; mas futebol não me interessa, e pagamento do piso do magistério, aumento do salário-mínimo, não é de fato pontos convincentes que ameaçam as finanças dos municípios. Há má vontade de boa parte do Congresso, porém estrategistas políticos estão fazendo o que podem para ficar bem com deus e o diabo, será que conseguem? Vamos ver (com boa vontade) o que acontece até Julho deste ano, o que de fato contece para nós ACS e ACE do Brasil.
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