Rádio A Melhor do Universo

22 novembro 2017

O GOVERNO APRESENTA PROPOSTA DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

O governo apresentou nesta quarta-feira (22) a nova versão da reforma da Previdência. O presidente Michel Temer ofereceu um jantar no Palácio da Alvorada, em Brasília, para deputados da base aliada, em uma ação para tentar garantir apoio na aprovação do projeto.
A proposta inicial encaminhada pelo Palácio do Planalto ao Congresso já havia tido alterações sugeridas pelo relator a comissão especial sobre o assunto na Câmara dos Deputados, Arthur Maia (PPS-BA), em abril.
As mudanças estão em discussão e ainda não estão valendo, pois precisam passar por votações no Congresso. Por se tratar de uma mudança na Constituição, precisará receber o aval de pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação na Câmara e depois em dois turnos no Senado.
A versão nova apresenta regras mais rígidas de aposentadoria para o servidor público na comparação com outros trabalhadores. Veja quais pontos foram mantidos e quais foram alterados na proposta a ser analisada.
Mudanças na reforma da Previdência

como é hoje proposta de mudança original do governo proposta do relator nova proposta do governo
idade mínima de aposentadoria a soma da idade e tempo de contribuição deve ser de 85 para mulheres e 95 para homens 65 anos, homens e mulheres 62 anos para mulheres e 65 para homens (no futuro) 62 anos para mulheres e 65 para homens (no futuro)
Tempo mínimo de contribuição 15 anos 25 anos 25 anos 15 anos no setor privado e 25 anos para servidores
Tempo mínimo de contribuição para aposentadoria integral a soma da idade e tempo de contribuição deve ser de 85 para mulheres e 95 para homens 49 anos 40 anos 40 anos
regra de transição - entram na regra mulheres a partir de 45 anos e homens a partir de 50. idade mínima para entrar na regra é progressiva, começando com mulheres a partir de 53 anos e homens a partir de 55 idade mínima para entrar na regra é progressiva, começando com mulheres a partir de 53 anos e homens a partir de 55
aposentadoria rural idade mínima de 55 anos para mulheres e 60 para homens, com 15 anos de contribuição idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, com 25 de contribuição idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 para homens, com 15 de contribuição idade mínima de 55 anos para mulheres e 60 para homens, com 15 anos de contribuição
benefício de prestação continuada vinculação ao salário mínimo, com idade mínima de 65 anos desvinculação ao salário mínimo, com idade mínima de 70 anos mantida vinculação ao salário mínimo, com idade mínima de 65 anos mantida vinculação ao salário mínimo
servidores públicos há um regime próprio e separado da Previdência dos trabalhadores privados idade mínima de 65 anos para homens e mulheres; 25 anos de contribuição 62 anos para mulheres e 65 para homens (no futuro), com exceção para professores (60 anos) e policiais 55 anos); regra de transição específica 62 anos para mulheres e 65 para homens (no futuro), exceção para professores (60 anos) e policiais (55 anos); 25 anos de contribuição. Regra de transição mais rígida: a partir de 55 para mulheres e 60 para homens

















































































04 novembro 2017

MORRE LUIS CAVALCANTE, O COMENTARISTA DA PALAVRA ABALIZADA


Seu Luis, como era conhecido, nasceu na Bahia e viveu a maior parte da vida em Pernambuco

Luis Cavalcante faleceu aos 87 anos. / Foto: Reprodução
Luis Cavalcante faleceu aos 87 anos.
Foto: Reprodução
Davi Saboya
O dia 3 de novembro de 2017 será a data em que a crônica esportiva não terá como abalizar as palavras à altura do radialista Luis Cavalcante, que faleceu nesta sexta-feira (3), aos 87 anos, no Hospital Albert Sabin, Ilha do Leite. Baiano de origem e pernambucano de coração, “Seu Luis” ficou conhecido como o comentarista da palavra abalizada. O enterro será neste sábado (4), no Cemitério de Santo Amaro, área central do Recife, pela manhã (a família ainda não definiu o horário).
Foram 60 anos dedicados ao rádio esportivo, desde 1955 em Pernambuco. Luis Cavalcante teve cinco passagens pela Rádio Jornal, totalizando 34 anos de dedicação à casa. Diabético, ele lutava contra câncer de pulmão. Deixou a esposa, dois filhos, seis netos e seis bisnetos. 

do NE10

30 outubro 2017

ESTUDANTE INICIA CAMPANHA NA INTERNET PARA TER CONDIÇÕES DE CUSTEAR TRATAMENTO DE SAÚDE NO EXTERIOR


Uma moradora do bairro de Maranguape I iniciou uma campanha na internet para arrecadar dinheiro com o proposito de realizar um tratamento de saúde no exterior. A estudante de enfermagem, Ana Tenório, 20 anos, foi diagnostica, em 2015, com Lúpus – uma doença autoimune crônica, inflamatória e sistêmica que causa dores pelo corpo e compromete o sistema imunológico. Enfrentando problemas com o tratamento nas unidades estaduais de saúde e sem ter condições financeiras para buscar ajuda fora do país, ela pede o apoio da população.

“Infelizmente, meu tratamento está enfrentando dificuldades. Sou acompanhada pelo SUS, e sou grata aos médicos que me acompanham, pois, fazem de tudo para driblar as falhas do nosso sistema público de saúde, porém, não tem sido suficiente. A demora nas solicitações e resultados de exames básicos, a falta de recursos e de medicações nas farmácias populares, somado a própria deficiência que a doença me causa me levou a procurar o tratamento em outro país. Na Itália. Lá terei mais chances de me recuperar e ter uma vida normal: retomar minha faculdade e poder trabalhar”, vislumbrou a estudante.

Em função da doença, Ana Tenório precisou se adaptar a uma nova realidade. “Ainda tenho 20 anos, e me sinto totalmente dependente da ajuda da minha mãe, que faz de tudo para dar o básico do sustento que preciso. Só quem vive com dor crônica sabe do que estou falando. E isso me impede de ter uma vida normal. Eu poderia simplesmente me encolher na cama o dia todo, mas não. Eu quero viver”, desabafou.

A jovem de Maranguape I acredita que precisa angariar aproximadamente 30 mil para iniciar o tratamento e se manter por um período de pelo menos dois anos fora do país. “Creio que ter saúde é meu primeiro passo, mas não é da noite para o dia que se muda de país. Sei que há muito para me organizar, e preciso muito de pessoas que acreditem no meu sonho, e que estejam dispostas a me ajudarem com recursos financeiros. Como ainda estou em crise, não posso trabalhar quando chegar lá. Sendo assim, o dinheiro que preciso é para me manter lá, principalmente, no tempo do tratamento com a quimioterapia”, destacou.

Quem estiver disposto a ajudar a estudante Ana Tenório ou saber mais sobre a história dela, pode entrar em contato pelo e-mail da jovem: anynhatenorio@gmail.com. A conta para depósito de qualquer valor é da Caixa Econômica Federal. Agência: 0944 (023) / Conta: 00028666-6. Outro meio é pela página no site "vakinha.com.br". Segue o link:https://www.vakinha.com.br/vaquinha/aninha-rumo-a-italia

09 outubro 2017

AMB ALERTA SOBRE LA BÊTE, ENCENADA NO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO.

da AMB Notícias


Com relação à La Bête, recentemente encenada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público fazer um alerta:
  • Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou  neutra essa experiência.
  • Evidências científicas comprovam que situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, mas  positivas , desde que ocorram entre pessoas com  perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura. Ou entre adultos e crianças cujo vínculo e convivência cotidiana definem esta experiência, de forma natural e sem caráter exploratório previamente determinado.
  • Do ponto de vista do adulto (que se apresenta nu e disponível para contatos físicos com crianças) não se consegue alcançar o mérito dessa proposta e/ou sentido artístico, educativo desse roteiro teatral.

Recomendamos que pais e educadores se disponham a trabalhar a sexualidade de seus filhos e alunos, para lhes oferecer a melhor educação sexual, e os prevenir de situações inadequadas, as quais podem ter repercussões imprevisíveis, dependendo da vulnerabilidade emocional de cada criança ou púbere, mais até do que da intensidade da experiência.

Associação Médica Brasileira

06 outubro 2017

COMUNICADORES PROTESTAM CONTRA EMENDA QUE CENSURA REDES E PRIVILEGIA FACEBOOK

Segundo texto aprovado, candidatos podem ordenar retirada de mensagens "ofensivas" em 24 horas sem autorização judicial. Emenda veda anúncios em sites e blogs, mas permite "impulsionar conteúdo"

por Redação RBA publicado 06/10/2017 11h19, última modificação 06/10/2017 12h37
Luís Macedo/Câmara dos Deputados
Câmara
Congresso promulga texto da reforma. Aberrações só podem ser barradas por veto presidencial ou recurso judicial
Brasília – A Emenda 6, introduzida no texto da reforma política aprovado pela Câmara na madrugada de ontem (5), legaliza a censura. A constatação vem de organizações e especialistas que atuam em defesa da liberdade de expressão e da democratização da comunicação. Passa por integrantes do Comitê Gestor da Internet no país (CGI.br). E encontra eco até mesmo em entidades de representação da imprensa comercial, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).
O projeto, que foi para sanção do presidente Michel Temer, permite a remoção de conteúdos sem ordem judicial, violando o Marco Civil. E proíbe o uso de fakes ou apelidos nas redes sociais para quem for realizar a veiculação de conteúdo eleitoral. “Para discutir e comentar a política, você não poderá utilizar codinomes, nicknames etc. Um dos maiores dramaturgos brasileiros, Nelson Rodrigues, que possuía uma coluna famosa com o pseudônimo Suzana Flag, seria criminalizado”, diz o professor da Universidade Federal do ABC Sérgio Amadeu.
Para o sociólogo, o texto cria contradição ao proibir campanhas pagas na mídia, mas admitir conteúdo “impulsionados”, beneficiando redes como Facebook. “O projeto aprovado proíbe propaganda paga no rádio e TV, mas não na Internet. Os políticos poderão ‘impulsionar’ conteúdos, leia pagar likes e posts no Facebook e outros mecanismos dessas megacorporações. Mas não poderá pagar anúncios em blogs”.
Diz o texto: “É vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos, coligações e candidatos e seus representantes”. “Como likes são vendidos em leilões, o Facebook ganhará muito. Quem tiver mais dinheiro comprará mais likes e posts visualizados. Os candidatos pobres, terão seus posts bloqueados pela rede do Zuckerberg que pretende monetizar a alma dos eleitores. Defendo claramente a redução do poder econômico nas eleições. Os posts pagos (impulsionados é um eufemismo) devem ser proibidos”, enfatiza Amadeu.
A emenda estabelece ainda que publicações feitas na internet que sejam consideradas ofensivas pelos candidatos possam ser retiradas do ar em um prazo de 24 horas sem a necessidade de autorização judicial para isso. Para o CGI, que divulgou nota a respeito, a determinação cria insegurança jurídica, dificulta a tutela de direitos e garantias fundamentais e compromete o desenvolvimento da internet no país.
O jornalista Fernando Brito, do site Tijolaço, questiona se a aplicação da emenda valerá para “ódio” de qualquer tipo ou ofensa a qualquer candidato? “Nove dedos”, “Lularápio”, “Molusco”, “Anta” serão considerados ofensa pelos provedores? E se a direita e seus exércitos de robôs cibernéticos dispararem denúncias contra este blog e outros, de esquerda, denunciarem algo, isso é ofensa?”
Brito critica o relator da reforma, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que concordou com a emenda. “O deputado Vicente Cândido, sobrenome apropriado, diz que não vê problemas se for ‘bem aplicada, com lisura e com decência’. O deputado habita alguma galáxia distante ou bota a meia na janela a esperar Papai Noel. Isso é uma estupidez e uma porta aberta para a completa ditadura da informação. E o museu da internet, onde basta um histérico para acusar. E histéricos não faltam”, observou.
Segundo o autor da emenda, o líder do SD na Câmara, deputado Aureo (RJ), o objetivo da proposta foi combater as chamadas falsas notícias na internet (fake news) e não promover a censura e cercear a liberdade de expressão. “A preocupação foi acabar com essa verdadeira guerrilha que está sendo criada nas redes sociais”, argumentou.
Votaram contra a proposta, apresentada pelo deputado Aureo, Psol, Rede e PCdoB. O coletivo Coalizão Direitos na Rede chegou a cogitar pressionar para derrubar a proposta no Senado. Mas a ação seria improvável.
Qualquer alteração implicaria em retorno do projeto à Câmara e inviabilizaria a aplicação das novas regras para 2018.
Resta a pressão para que a decisão seja vetada por Temer no momento da sanção, que teria de ocorrer até este sábado. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), disse considerar o texto “extremamente perigoso”. O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) afirmou não ter dúvidas de que a emenda será objeto de várias ações judiciais.
Abert, Aner e ANJ publicaram nota conjunta na qual classificaram a emenda como inconstitucional. “Esperamos que o Poder Executivo vete o dispositivo aprovado e restabeleça a plena liberdade de imprensa”, afirma documento das três entidades.
Em nota, Aureo acusou a contestação generalizada à emenda que propôs e mostrou arrependimento. "Minha intenção foi de impedir que os ataques de perfis falsos de criminosos pudessem prejudicar o resultado das eleições (...) Que fique claro: não defendo e nunca defenderei qualquer tipo de censura”, escreveu. “Entendo que não podemos correr esse risco. Por isso, procurei o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para que ele peça o veto do trecho ao presidente da República. A repercussão do caso provou que o assunto precisa ser amplamente discutido e precisamos ouvir melhor os cidadãos para construir um texto que preserve a livre manifestação do pensamento e, ao mesmo tempo, combata os criminosos que circulam nos meios digitais.”

04 outubro 2017

PARLAMENTARES APRESENTAM PROJETO DE DECRETO QUE ANULA A PNAB 2017

Parlamentares apresentam projeto de decreto que anula a PNAB 2017

CNS, Conacs e Cofen apontam pontos críticos na PNAB 2017
Projeto de Decreto Legislativo anula a portaria que criou a PNAB 2017
A Confederação Nacional dos Agentes comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (Conacs) reuniu nesta terça-feira (03/10) cerca de 1.200 agentes de todo o Brasil na realização da Semana de Mobilização Nacional dos ACS e ACE, que acontece na Câmara de Deputados, em Brasília. 20 deputados assinaram e protocolaram o projeto de Decreto Legislativo que pretende anular a portaria da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), proposta pelo Ministério da Saúde. O projeto seguirá para votação no plenário da Câmara.
A nova PNAB recebeu várias críticas dos movimentos sociais, trabalhadores da saúde, pesquisadores e do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Ainda assim, ela foi pactuada em agosto, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestora Tripartite (CIT), composta pelo Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). O MS colocou o documento para consulta pública por dez dias, mas o CNS avaliou o prazo como insuficiente. “Não há conquistas sem diálogo. Queremos ser respeitados enquanto trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou Ronald dos Santos, presidente do CNS.
Seminário promovido pelos agentes comunitários de Saúde e agentes de endemias na Câmara teve participação do Cofen
Até o final desta semana, os agentes devem consolidar uma “contraproposta” da categoria para a PNAB. Os participantes também reivindicam a aprovação da PEC 22/11, que fixa regras para o pagamento dos ACS e do PL 6.437/16, que dispõe sobre as atribuições das profissões do ACS e do ACE.
Ilda Angélica Correia, presidente da Conacs, avalia que a PNAB 2017  é prejudicial aos agentes e às famílias atendidas. “Estamos aqui para protestar contra os efeitos da portaria que regulamenta a nova PNAB. Essa reformulação trouxe sérios agravantes para os profissionais, mas principalmente para as famílias que são assistidas por nós nas bases dos nossos municípios”, disse.
Cofen defende mudanças na PNAB 2017 – Um dos pontos mais críticos da PNAB 2017 é a atribuição, aos agentes de Saúde, de atividades asseguradas pela Lei 7.498/86, que dispõe sobre o exercício profissional da Enfermagem, trazendo insegurança para os profissionais e riscos para a população assistida.
“É um erro atribuir ao agente comunitário atividades típicas de técnico de Enfermagem, descaracterizando sua função, e trazendo riscos à população. ACS é ACS. Auxiliar de Enfermagem é auxiliar de Enfermagem. Técnico é técnico. E enfermeiro é enfermeiro”, afirmou a vice-presidente do Cofen, Irene Ferreira, no seminário promovido pela Conacs ontem (3/10), na Câmara dos Deputados.
O deputado Saraiva Felipe (PMDB/MG) destacou a necessidade de um movimento unificado, que não foque apenas nas pautas dos ACS e ACE, mas em todas as pautas referentes ao SUS. “Estamos sofrendo vários ataques. Nossa mobilização tem que estar articulada. Não podemos permitir, por exemplo, a aprovação do PL dos Planos de Saúde Populares”, disse. A deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) reforçou. “O Brasil não está em liquidação, temos que barrar a portaria da Nova PNAB”.
Abaixo-assinado online contra EC 95 – O presidente do CNS frisou o desmonte do SUS com a Emenda Constitucional 95/2016, que congela por 20 anos os investimentos com saúde e educação, lançando abaixo-assinado online que estima colher 3 milhões de assinaturas até 2018. O documento será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a emenda. “Saúde não se compra, saúde se faz! O Estado faz saúde de acordo com a Constituição de 1988. Por essa razão surge a figura do ACS e do ACE”, declarou.
Fonte: Ascom CNS e Cofen

COMISSÃO DO SENADO APROVA FIM DA ESTABILIDADE PARA SERVIDORES PÚBLICOS NOS PRIMEIROS CINCO ANOS



Agência Senado
O senador Lasier foi o relator da matéria e defendeu que os servidores sejam avaliados e possam ser exonerados em caso de baixo rendimento
 
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (4), a proposta que acaba com a estabilidade no serviço público para servidores com baixo desempenho nas atividades desenvolvidas. Relator do projeto de lei que, na prática, acaba com a vitaliciedade no serviço público, o senador Lasier Martins (PSD-RS) defendeu a mudança e ressaltou que o texto foi amplamente debatido. “Nós debatemos com profundamente com a área legislativa e constatamos que não há nenhuma inconstitucionalidade”, afirmou. A matéria já passou por audiências públicas e foi submetida a consulta pública no site do Senado.
Na Casa, o texto ainda passará pela Comissão de Assuntos Sociais, Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Transparência e Governança antes de seguir para o plenário do Senado. De natureza complementar, a matéria regulamenta o artigo 41, parágrafo primeiro, da Constituição. Esse dispositivo já determina que o servidor estável – já transposto o período de três anos de estágio probatório – fica sob risco de perder seu posto de concursado em caso de resultado insatisfatório “mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa”. O que o texto em discussão promove é a definição de normas mais específicas para a execução de tais testes, com pontuação por desempenho.
Um dos defensores da matéria, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) frisou que “para merecer a proteção da estabilidade é preciso que do ponto de vista social se justifique através da avaliação”.
Em seu parecer, Lasier flexibilizou a redação concebida por Maria do Carmo (DEM-SE), por exemplo, ao dobrar o período de testes a que o servidor concursado com desempenho considerado insuficiente deverá ser submetido – em vez de exame a cada seis meses, o senador propôs sabatina anual. O senador também aumentou de um para três o número de avaliadores – no primeiro texto, a tarefa cabia apenas ao chefe de departamento, situação que poderia suscitar casos de perseguição.
De acordo com a proposta aprovada, essa espécie de banca examinadora passaria a contar com um profissional de nível e setor equivalentes ao do servidor examinado e outro do departamento de recursos humanos. Segundo Lasier, trata-se de um mecanismo de aprimoramento do funcionalismo com o máximo de garantias ao servidor estável – eles terão, de acordo com o relatório, até cinco anos para tentar se aperfeiçoar e, em caso de êxito, reverter a desconfiança em torno de sua proficiência profissional. Caso a situação não mude depois de todo esse período, destaca Lasier, o servidor deve ser submetido ao processo de exoneração.
Entre outras providências, o texto fixa uma escala de notas de desempenho para avaliar servidores considerados pouco produtivos. Esse funcionário poderá ser demitido, segundo o relatório de Lasier, caso não alcance nota superior a 2,9, em dois anos de avaliação, ou maior que 4,5, em cinco anos. Os efeitos da legislação proposta valem para União, estados, municípios e Distrito Federal.

28 agosto 2017

SINDACSPA-PE PARTICIPA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALEPE QUE DISCUTE A PROPOSTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE DE REFORMULAÇÃO DA PNAB




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Na manhã desta Segunda 28, o SINDACSPA-PE com os diretores Adalberto e Diego, participou da Audiência  Pública na ALEPE, quanto ao  plano de reformulação da Política Nacional de Atenção Básica à Saúde (Pnab), promovida pela Comissão de Saúde. Os participantes questionaram as modificações no modelo de financiamento e na composição das equipes de Saúde da Família, e mais tempo e diálogo com a sociedade civil para revisar as estratégias de atendimento.
Para a presidente da comissão, a deputada Roberta Arraes (PSB) abriu o debate, dizendo: “É preciso refletir sobre essas mudanças em políticas que foram construídas ao longo dos anos sob grandes esforços e que têm sua efetividade comprovada pela população e por órgãos internacionais”. 
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De acordo com a minuta divulgada pelo MS, a reforma reconhece outros formatos de equipe além daquele já consolidado na atenção básica, excluindo a obrigatoriedade da presença dos agentes comunitários de saúde (ACSs). Também integra as atividades de atenção básica, realizadas por esses profissionais, às de vigilância em saúde, a cargo dos agentes de combate às endemias (ACEs).
Outra medida seria a inclusão da figura do gerente na Unidade Básica de Saúde (UBS). O documento ainda estipula um prazo de quatro meses para que gestores municipais implantem as equipes de saúde e reduz a população atendida por equipe – de 4 mil pessoas para a faixa entre 2 mil e 3,5 mil por território.



Conforme fala do deputado Isaltino Nascimento (PSB), que solicitou a Audiência, considerou insuficiente o tempo da consulta pública pelo Departamento de Atenção Básica do MS durante dez dias. “Foram apenas seis mil questionários respondidos, um nível de escuta diminuto se levarmos em conta a população brasileira, e 95% dos que participaram foram contrários à proposta”, frisou.

O fim da obrigatoriedade de agentes comunitários de saúde nas equipes foi condenado por quase todos os presentes. Atualmente, mais de 300 mil profissionais exercem a atividade no País. “Está por trás disso a tentativa de unificar agentes de saúde e de endemias, que têm atuações diferenciadas”, explicou o diretor da Federação Nacional de Agentes de Saúde e de Combate a Endemias (Fenasce), Luiz Cláudio Celestino de Souza.
O histórico de implantação da Pnab, a partir da Portaria nº 2.488/2011, foi relembrado na fala da superintendente de Atenção Primária da Secretaria Estadual de Saúde, Maria Francisca Carvalho. “Houve um processo de discussão à época. Hoje vemos que a atenção básica conseguiu reduzir indicadores de mortalidade infantil e materna. É o agente de saúde que vai a sua casa dizer que você está com o exame atrasado ou que seu filho não tomou vacina”, ressaltou.

https://scontent.frec3-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/21150285_1636918843008448_2886991965648462252_n.jpg?oh=a25ccbd5c2658f3e19a43bc21b9df717&oe=5A1760A9Professor da Universidade de Pernambuco (UPE), Itamar Lajes acredita que o contexto atual é desfavorável para a revisão pretendida, principalmente em razão da aprovação da Emenda Constitucional nº 95/2016. “Não tem como prestar atenção básica com R$ 25 por pessoa ao ano. Essa receita inviabiliza qualquer projeto. Vai excluir negros, populações carcerárias, LGBTTs e outros segmentos”, afirmou. Já a pesquisadora do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes), Bernadete Antunes, alegou que “a reformulação do Pnab não tem base técnico-científica”.

Ao final, sugestões foram apresentadas pelos participantes, como a criação de um Grupo de Trabalho em que as instituições que atuam no campo da saúde coletiva possam dar subsídios e fazer juízos de valor sobre as mudanças; a realização de um simpósio e a elaboração de um documento pela Assembleia, com questionamentos ao Ministério da Saúde sobre a proposta.


O Vereador Fabio Barros (PSB) Presidente da Casa de Torres  Galvão, que esteve presente ao evento, informou-nos que solicitou Audiência Pública para o Paulista sobre o tema, fato que o SINDACSPA-PE apoia plenamente.

25 agosto 2017

DO MEU OBSERVATÓRIO: VAMOS AJUDAR LAURA DANIELE

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Olá, venho aqui pedir aos doadores e não doadores de sangue, para doar sangue para minha irmã, que está precisando muito de sangue, Seja doador e salve vidas! A necessidade é de urgência! 
Ela precisa de muito sangue, quem poder doar, que seja o mais rápido possível, e quando a meta dela bater! continue doando e sempre fazendo uma boa ação, há crianças, jovens, adultos e idosos, como Laura nós hospitais, precisando de ajuda, de um simples gesto de solidariedade! Os que já doaram e estão doando, desde já eu e minha família agradece, e que Deus possa recompensar vocês de alguma forma. E que seja feita a vontade de Deus, seja ela qual for, muito obrigado!
Quem tem dúvida se pode doar ou não: o doador deve ser maior de idade, ou se for de menor, tem que ser acompanhado de seus pais para a autorização, ou acompanhando do responsável legal.
Pessoas com tatuagens só podem doar se possuir 1 ano de feita!
Pessoas que usam piercing não podem doar!
INFORMAÇÕES
NOME DA PACIENTE: *LAURA DANIELI DA SILVA BORGES*
LOCAL ONDE ESTÁ ENTERNADA: *HOSPITAL UNIVERSITÁRIO OSWALDO CRUZ* *na UTI GERAL*
*DOAÇÃO DE SANGUE*- *QUALQUER TIPO SANGUÍNEO*
LOCAL PARA DOAÇÃO: *FUNDAÇÃO HOMEPE*
RUA: *JOAQUIM NABUCO N.171*
CEP: *52011000-RECIFE-PE*
OBS: quando chegar ao local da doação, é só se apresentar como doador, e dar o NOME COMPLETO da paciente!