Há um ano, o jornal italiano Il Fatto Quotidiano (foto)revelou
que haveria um complô para matar o Papa e que o sucessor seria o
cardeal de Milão, Angelo Scola. Segundo a reportagem, a revelação teria
sido feita pelo cardeal de Palermo numa conversa reservada, durante
visita à China.
O
relato dessa conversa teria sido entregue ao Papa num documento
confidencial escrito em alemão pelo cardeal colombiano Dario Castrillón
Hoyos. Prefeito emérito da Congregação do Clero, o colombiano é um
grande amigo do Papa.
“O
Papa não foi assassinado. Mas renunciou ao cargo e agora Scola aparece
como favorito. Isso tem sido comentado no Vaticano”, ressaltou ao Blog um importante prelado brasileiro, preocupado com o clima de beligerância na Cúria Romana.
Quando
a notícia foi publicada, o porta-voz do Vaticano, padre Federico
Lombardi disse que a informação estava “tão fora da realidade e tão
pouco séria” que não podia ser levada em consideração. “Parece incrível e
não quero nem comentar”, acrescentou Lombardi, na ocasião.
Já o cardeal de
Palermo, Paolo Romeo, negou as informações e disse que não havia
qualquer fundamento na reportagem. Romeo admitiu ter ido à China, mas
disse que foi “uma viagem particular” e “de curta duração, limitada só à
cidade de Pequim.
DO BLOG DE CAMAROTTI
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