A
etapa nacional da 3ª Conferência de Cultura, que acontecerá em
Brasília, a partir desta quarta-feira (27.11), vai contar com um
delegado do Paulista. Carlinhos Kaetés, diretor de Cultura do município,
foi escolhido para representar o poder público no evento, levando as
ações realizadas no âmbito da cidade à esfera nacional. Com o tema “Uma
Política de Estado Para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de
Cultura", a conferência pretende reunir mais de três mil delegados de
todo o País para debater entre outros assuntos a implementação do
Sistema Nacional de Cultura no Brasil.
(do Blog Paulista em 1º Lugar)
O Município do Paulista, na região metropolitana do Recife, com o seus mais de 300 mil habitantes tem Conselheiros de Saúde compondo o Comitê Pernambuco de Direitos Humanos.
O comitê é preparatório da etapa estadual para o Fórum Mundial de Direitos Humanos que acontece em Brasília (DF) no período de 10 a 13 de Dezembro, cujo tema é o Diálogo e Respeito às Diferenças, tendo como objetivo promover um espaço de debate público sobre direitos humanos no mundo, onde serão tratados avanços e desafios, com foco no respeito às diferenças na participação social, na redução das desigualdades e no enfrentamento a todas as violações de direitos humanos, e os conselheiros, estão praticamente fora do evento.
O Fórum Mundial está sendo concebido para aproximar pessoas e organizações. Já o Conselho Municipal de Saúde do Paulista, com sua representação paritária no Comitê Pernambuco, com representante dos trabalhadores e sociedade civil, discute questões pertinentes à participação do estado e município no fórum, além de atividades formativas e mobilização de outras cidades e estados do nordeste, entre tantas outras atividades.
Assim, a justificativa do Secretário Municipal de Saúde do Paulista Alberto Lima, para o entrave na ida dos conselheiros ao Fórum Mundial de Direitos Humanos, reside no trâmite eminentemente burocrático. A alegação é que a cota de passagens já foi superada. Fato bastante lamentável, ao olhar por vários prismas, onde a sociedade deve detectar com um olhar mais acurado.

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