A Praça Aníbal Fernandes é um dos focos das reclamações dos moradores, que denunciam abandono
Uma praça pública deteriorada, um posto de saúde desativado e um núcleo de segurança comunitária que não atende às demandas do bairro, esse é o saldo das principais denúncias apuradas pelo Projeto Rádio Jornal, Rádio do Povo, que esteve ao longo desta semana no bairro de Jardim Paulista Baixo, localizado no município de Paulista, Região Metropolitana do Recife.
Bem no centro do bairro, a Praça Aníbal Fernandes está com bancos amarrados às àrvores através de arames para não cair; grades quedradas, enferrujadas e sem pintura; além de brinquedos deteriorados. "Quando eu passo pela calçada da praça, tenho até medo que meus filhos encostem nas grades e se machuquem, pois elas estão cheias de ferrugem e com trechos quebrados", conta a fatorista Theogina Karina, de 30 anos. A situação piora ainda mais nos finais de semana, quando o comércio irregular atrai dezenas de consumidores que ligam o som de carro em alto volume, perturbando a vida da população.
Do outro lado da avenida, o Núcleo de Segurança Comunitária é visto pelos moradores apenas como "enfeite". O líder comunitário do bairro, Inácio Lima, conta que não consegue atendimento. "Esse posto policial não funciona; não atende à população. Eu mesmo já fui no núcleo prestar queixas e eles me disseram para ligar pro 190, que demora horas pra atender uma solicitação", alega.
Apesar das críticas, os soldados de plantão afirmam que o efetivo do núcleo é de três policiais para atender às ocorrências do bairro e "sempre que ocorre uma necessidade, o policial que está no posto passa a ocorrência para o CIODs e envia uma viatura até o local", com o explica o cabo Barreto, que trabalha no núcleo.
Bem no centro do bairro, a Praça Aníbal Fernandes está com bancos amarrados às àrvores através de arames para não cair; grades quedradas, enferrujadas e sem pintura; além de brinquedos deteriorados. "Quando eu passo pela calçada da praça, tenho até medo que meus filhos encostem nas grades e se machuquem, pois elas estão cheias de ferrugem e com trechos quebrados", conta a fatorista Theogina Karina, de 30 anos. A situação piora ainda mais nos finais de semana, quando o comércio irregular atrai dezenas de consumidores que ligam o som de carro em alto volume, perturbando a vida da população.
Do outro lado da avenida, o Núcleo de Segurança Comunitária é visto pelos moradores apenas como "enfeite". O líder comunitário do bairro, Inácio Lima, conta que não consegue atendimento. "Esse posto policial não funciona; não atende à população. Eu mesmo já fui no núcleo prestar queixas e eles me disseram para ligar pro 190, que demora horas pra atender uma solicitação", alega.
Apesar das críticas, os soldados de plantão afirmam que o efetivo do núcleo é de três policiais para atender às ocorrências do bairro e "sempre que ocorre uma necessidade, o policial que está no posto passa a ocorrência para o CIODs e envia uma viatura até o local", com o explica o cabo Barreto, que trabalha no núcleo.
Para complicar ainda mais a vida dos moradores, o prédio do Posto de Saúde da Família (PSF), localizado na Rua 17, na Comunidade dos Canos, está sem condições de receber pacientes desde janeiro. A estrutura sofre pricipalmente com infiltrações no teto, que geram mofo e o desprendimento de partes da alvenaria. Sem ter onde atender, os médicos e enfermeiros se deslocam para pontos alternativos, como a Creche Maria de Nazaré.
A Secretaria Municipal de Saúde reconhece o problema e afirma que já começou a fazer a reforma do telhado na última quinta-feira (25), dois dias depois de ter sido feita a denúncia. "Começamos pelo telhado, aproveitando esse período de trégua nas chuvas e, em seguida, faremos os serviços de pintura. O prazo total de conclusão será de 90 dias", afirma o diretor administrativo da secretaria de Saúde, Severino Ramos.
Sobre a manutenção da Praça Aníbal Fernandes, o secretário de Serviços Públicos, Ricardo Rêgo, diz que estava aguardando apenas passar o período de chuvas para iniciar a pintura das grades e promete que, em 60 dias, a praça deve ser totalmente reestruturada. Quanto à poluição sonora perto da praça central, a Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente garante que uma equipe do Comitê de Segurança fará uma ação no local até este final de semana para tentar realizar o flagrante.
A Secretaria Municipal de Saúde reconhece o problema e afirma que já começou a fazer a reforma do telhado na última quinta-feira (25), dois dias depois de ter sido feita a denúncia. "Começamos pelo telhado, aproveitando esse período de trégua nas chuvas e, em seguida, faremos os serviços de pintura. O prazo total de conclusão será de 90 dias", afirma o diretor administrativo da secretaria de Saúde, Severino Ramos.
Sobre a manutenção da Praça Aníbal Fernandes, o secretário de Serviços Públicos, Ricardo Rêgo, diz que estava aguardando apenas passar o período de chuvas para iniciar a pintura das grades e promete que, em 60 dias, a praça deve ser totalmente reestruturada. Quanto à poluição sonora perto da praça central, a Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente garante que uma equipe do Comitê de Segurança fará uma ação no local até este final de semana para tentar realizar o flagrante.
Foto: Ismaela Silva / do NE10
Ismaela Silva Especial para o NE10
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