
Cerimônia em Nova Iguaçu acontece após confirmação por DNA de que corpo é do menino

Delegada Martha Rocha reza no enterro de Juan
A chefe de Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegada Martha Rocha, chegou ao Cemitério Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por volta das 11h desta sexta-feira (28) para o enterro do menino Juan Moraes Neves, que desapareceu durante uma operação da Polícia Militar na comunidade Danon, no mesmo município, no dia 20 de junho.
Veja as fotos do enterro
Sem presença de familiares, que estão incluídos no Serviço de Proteção a Testemunhas, Martha Rocha fez uma oração em um “mini-velório” antes de o corpo ser levado para ser enterrado.
- A nossa presença aqui é porque a família não pôde vir por conta do esquema de proteção e a gente não queria que o menino estivesse sozinho na última morada dele. A gente queria estar com ele nesse último momento.
Além dela, estiveram presentes o diretor do Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil do Rio, Sérgio Henriques, e cinco policiais da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais). Sobre o caixão da criança foi colocado uma coroa de flores.
Na última quinta-feira (27), a Defensoria Pública informou que os novos exames de DNA confirmaram que o corpo exumado no dia 17 de agosto era mesmo de Juan.
Também foram realizados novos exames cadavéricos e antropológicos, a pedido do defensor público Antonio Carlos Oliveira, que representa o PM Edilberto Barros do Nascimento, um dos quatro policiais militares presos suspeitos da morte do menor.
Ainda segundo a Defensoria, novas perícias feitas foram fundamentais para o esclarecimento de outras questões técnicas sobre a identificação do cadáver.
Para a instituição, os exames confirmaram graves contradições técnicas periciais e distorções ocorridas durante o inquérito policial, que serão questionadas judicialmente a partir da próxima semana.
do R7
Veja as fotos do enterro
Sem presença de familiares, que estão incluídos no Serviço de Proteção a Testemunhas, Martha Rocha fez uma oração em um “mini-velório” antes de o corpo ser levado para ser enterrado.
- A nossa presença aqui é porque a família não pôde vir por conta do esquema de proteção e a gente não queria que o menino estivesse sozinho na última morada dele. A gente queria estar com ele nesse último momento.
Além dela, estiveram presentes o diretor do Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil do Rio, Sérgio Henriques, e cinco policiais da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais). Sobre o caixão da criança foi colocado uma coroa de flores.
Na última quinta-feira (27), a Defensoria Pública informou que os novos exames de DNA confirmaram que o corpo exumado no dia 17 de agosto era mesmo de Juan.
Também foram realizados novos exames cadavéricos e antropológicos, a pedido do defensor público Antonio Carlos Oliveira, que representa o PM Edilberto Barros do Nascimento, um dos quatro policiais militares presos suspeitos da morte do menor.
Ainda segundo a Defensoria, novas perícias feitas foram fundamentais para o esclarecimento de outras questões técnicas sobre a identificação do cadáver.
Para a instituição, os exames confirmaram graves contradições técnicas periciais e distorções ocorridas durante o inquérito policial, que serão questionadas judicialmente a partir da próxima semana.
do R7
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