Controverso escritor e jornalista britânico era considerado um dos ateus mais influentes dos últimos anos
Considerado um dos intelectuais mais polémicos e influentes dos últimos 30 anos, o autor de "Deus não é grande" que disse que aceitaria ser o porta-voz do Presidente Barack Obama, morreu na última noite (15) nos EUA, de câncer no esôfago. A doença foi-lhe diagnosticada em junho de 2010, quando se preparava para lançar o seu livro de memórias "Hitch-22".
A morte de Christopher Hitchens - escritor, crítico literário e jornalista britânico - foi anunciada pela "Vanity Fair", publicação para a qual escrevia desde 1992.
Além de "Deus não existe", a sua antologia sobre o ateísmo, e "Deus não é grande", escreveu também "Cartas a um jovem dissidente", "A vitória de Orwell", "Amor, beleza e guerra" e "O julgamento de Henry Kissinger".
Apontado como um dos quatro "Cavaleiros do Apocalipse" - juntamente com os ateístas Richard Dawkins, Sam Harris e Daniel Dennett -, afirmava-se um crente nos valores filosóficos do iluminismo.
Hitchens radicou-se nos EUA em 1981 e colaborou com publicações dos dois lados do Atlântico, como a "Vanity Fair", "Slate", "The Nation", "The New York Times Review of Books", "The Times Literary" e "National Geographic", entre outras.
Nascido em 1949 em Portsmouth, no Reino Unido, morreu, aos 62 anos, no hospital MD Anderson Cancer Center, de Houston, com a mesma doença que vitimou o seu pai.
Família cristã
Seu irmão, Peter Hitchens, igualmente inteligente e capaz, seguiu o caminho contrário. Antes de sua conversão a Cristo, Peter se considerava ateu convicto e conta que até queimou sua antiga bíblia em público. Porém, em seu livro "A Ira contra Deus - Como o Ateísmo me Levou à Fé" ele relata como se converteu e suas experiências com o Deus que antes atacava.
O sub-título do livro, "Como o Ateísmo me levou à fé," é uma referência à constatação que Peter fez, em contato com culturas anti-cristãs, do efeito destruidor do ateísmo na vida das pessoas. Este é o contra argumento da bandeira levantada por seu irmão de que a fé em Deus está por detrás dos maiores males ocorridos na humanidade. Aparentemente, Christopher não levou em consideração os males causados pelos regimes socialistas ateístas. Contudo, Peter nunca deixou de testemunhar, em atos e palavras, ao sue irmão.
do Expresso
A morte de Christopher Hitchens - escritor, crítico literário e jornalista britânico - foi anunciada pela "Vanity Fair", publicação para a qual escrevia desde 1992.
Além de "Deus não existe", a sua antologia sobre o ateísmo, e "Deus não é grande", escreveu também "Cartas a um jovem dissidente", "A vitória de Orwell", "Amor, beleza e guerra" e "O julgamento de Henry Kissinger".
Apontado como um dos quatro "Cavaleiros do Apocalipse" - juntamente com os ateístas Richard Dawkins, Sam Harris e Daniel Dennett -, afirmava-se um crente nos valores filosóficos do iluminismo.
Hitchens radicou-se nos EUA em 1981 e colaborou com publicações dos dois lados do Atlântico, como a "Vanity Fair", "Slate", "The Nation", "The New York Times Review of Books", "The Times Literary" e "National Geographic", entre outras.
Nascido em 1949 em Portsmouth, no Reino Unido, morreu, aos 62 anos, no hospital MD Anderson Cancer Center, de Houston, com a mesma doença que vitimou o seu pai.
Família cristã
Seu irmão, Peter Hitchens, igualmente inteligente e capaz, seguiu o caminho contrário. Antes de sua conversão a Cristo, Peter se considerava ateu convicto e conta que até queimou sua antiga bíblia em público. Porém, em seu livro "A Ira contra Deus - Como o Ateísmo me Levou à Fé" ele relata como se converteu e suas experiências com o Deus que antes atacava.
O sub-título do livro, "Como o Ateísmo me levou à fé," é uma referência à constatação que Peter fez, em contato com culturas anti-cristãs, do efeito destruidor do ateísmo na vida das pessoas. Este é o contra argumento da bandeira levantada por seu irmão de que a fé em Deus está por detrás dos maiores males ocorridos na humanidade. Aparentemente, Christopher não levou em consideração os males causados pelos regimes socialistas ateístas. Contudo, Peter nunca deixou de testemunhar, em atos e palavras, ao sue irmão.
do Expresso
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