O País varonil, do brado retumbante, da 6ª economia, e da crise que chega como marola, segue doando sem alarde, recursos humanitários. A onda é ajudar os outros, já dobrou os recursos em ajuda com bolsas de estudo para estrangeiros e cooperação técnica, científica e tecnológica e contribuições para organizações internacionais. Por outro lado, os nossos estrangeiros continuam do mesmo jeito, sendo "bem" tratados nos consulados, aeroportos, e/ou quando deportados, além de discriminados em muitos países.
Fala-se em volume de recursos das doações, na casa dos US$ 400 milhões. Assim, o Brasil caminha a passos largos para ser um país doador e não mais receptor de recursos internacionais. Que maravilha.
Deve ser por isto que eu não vejo mais drogados nas ruas, já que os centros de excelência em recuperação colocados pelo governo atuam para valer. Também não vi mais os pedintes nas ruas, e aqueles aos montes, na frente das igrejas desapareceram. E aquele pessoal enrolado no papelão debaixo das marquizes, sumiu também.
Há moradias para todo mundo necessitado. O minha casa é o sucesso. O desemprego praticamente não existe. Sim, antes que esqueça de citar: há bolsas de estudo em abundância de cursos de ponta, nas Universidades, Faculdades, Escolas Técnicas, Senac e Senai. Os jóvens da periferia da RMR tem oferta em abundância de cursos de qualificação, aliado a transporte de qualidade com preço baixo.
E a saúde? Os PSFs fazem bem o seu papel preventivo, os médicos trabalham 40 horas por semana, o povo é que não vai procurar atendimento. As UPAs atendem bem, e tem todos especialistas a qualquer hora que necesitar. Afinal a gestão é plena ou o modelo gerencial é diferenciado, que prioriza o povo mais carente. E o SAMU, não atende bem por que não quer, afinal, só precisa de carro e motorista, pronto.
E os presídios? Não há superlotação, existindo reeducação e processo de ressocialização, onde o sistema penal funciona, e as Comarcas dão vencimento rápido e com extrema agilidade dos processos.
Assim, o Brasil é exemplo dos emergentes, está caminhando para se firmar no cenário internacional como um país doador pois já resolveu todos estes problemas citados internamente.
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