Governo Dilma mostra disposição de retomar o “Plano Irã” no dia em que Ahmadinejad prega de novo o fim de Israel
Pois é…
Dilma
definitivamente está disposta a abraçar o erro e parece passar por um
período de regressão em vários temas. Tem, enfim, uma natureza. Leiam o
que informa Leonencio Nossa e Gustavo Chacra, no Estadão. Volto em seguida:
Os
governos do Brasil e da Turquia avaliavam ontem a possibilidade de
retomar a Declaração de Teerã, um acordo construído pelos dois países em
2010 para intermediar a crise provocada pelo programa nuclear iraniano.
Desta vez, a parceria contaria com a Suécia. Num almoço ontem em Nova
York, os ministros de Relações Exteriores Antonio Patriota (Brasil),
Ahmet Davutoglu (Turquia) e Carl Bildt (Suécia) discutiram as afinidades
dos discursos contra soluções de intervenção militar.
No
encontro, os ministros reafirmaram que os governos brasileiro, turco e
sueco consideram que o diálogo deve prevalecer na busca de uma solução
também para o caso da Síria. Eles demonstraram ainda preocupação com o
clima de intolerância religiosa que pode ser usado como combustível para
intervenções militares, disseram diplomatas brasileiros. Em maio de
2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro
turco, Recep Tayyip Erdogan, assinaram acordo com o governo iraniano que
obrigaria Teerã a entregar 1.200 quilos de urânio de baixo
enriquecimento para ser armazenado na Turquia. O governo dos EUA fez
críticas imediatas à intermediação do Brasil e da Turquia e conseguiu
aprovar, no mês seguinte, a Resolução 1.929 na ONU, com uma série de
sanções contra o Irã.
A vitória
dos EUA no Conselho de Segurança da ONU foi arrasadora. Dos 12 membros
do conselho, Brasil e Turquia foram os únicos países que votaram pela
rejeição à proposta de sanções contra o Irã. O Líbano, que se
posicionava ao lado de brasileiros e turcos, absteve-se. Embora o Brasil
tenha deixado o assento temporário no Conselho de Segurança, a proposta
de uma solução negociada teria mais condições de ser aprovada, avaliam
diplomatas. Na época, a China e a Rússia votaram em favor de sanções
contra Teerã, mas conseguiram diminuir o impacto do texto que os EUA, a
França, a Grã-Bretanha e a Alemanha elaboraram. Depois da crítica
americana e da derrota no Conselho de Segurança da ONU, Lula e Erdogan
reclamaram que o próprio presidente dos EUA, Barack Obama, tinha
solicitado por meio de cartas uma intermediação dos dois países na crise
com o Irã.
(…)
(…)
Voltei
No dia em que o Brasil anunciava a disposição de retomar aquele plano aloprado para o Irã, o que fez Mahmoud Ahmadinejad, o presidente daquele país? Ora, voltou a pregar o fim de Israel, entenderam? E o fez depois que Ban Ki-moon, o banana que é secretário-geral da ONU, lhe pediu que controlasse a retórica de seus radicais.
No dia em que o Brasil anunciava a disposição de retomar aquele plano aloprado para o Irã, o que fez Mahmoud Ahmadinejad, o presidente daquele país? Ora, voltou a pregar o fim de Israel, entenderam? E o fez depois que Ban Ki-moon, o banana que é secretário-geral da ONU, lhe pediu que controlasse a retórica de seus radicais.
Em Nova
York para a reunião anual da Assembleia Geral, o terrorista afirmou que
Israel é uma realidade passageira no Oriente Médio, que estão por ali há
apenas 60 ou 70 anos e que “não têm raízes na história do lugar”.
O asqueroso ainda tentou dar aulas ao Ocidente sobre liberdade de expressão. Referindo-se aos EUA, afirmou: “Eles
próprios invocam erradamente a carta da ONU e fazem mau uso da
liberdade de expressão para justificar o seu silêncio quando se trata de
ofensas aos princípios sagrados da comunidade humana e aos profetas
divinos”.
Dilma quer negociar com essa gente.
do Blog de Reinaldo Azevedo
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