Corte anunciado pelo governo tira País do topo do ranking, mas tarifa segue elevada
Eduardo Magossi e Francisco Carlos de Assis, O Estado de S. Paulo
O anúncio de redução das tarifas de energia elétrica, feito pela presidente Dilma Rousseff, na quinta-feira, foi comemorado pelo mercado, que há anos reivindica a revisão nos preços. Para a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), trata-se de uma decisão histórica, que sinaliza um novo rumo para o País.
A entidade destaca que, com a redução de 16,2% nas tarifas residenciais e de até 28% da indústria, o Brasil deixará o topo do ranking das energias mais caras do mundo, o que deve acelerar o crescimento econômico do País.
A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) também festejou a medida e fez questão de frisar que "há um ano e meio vem defendendo incansavelmente a redução do preço da energia no País - um dos mais importantes componentes do Custo Brasil e que afeta linearmente todos os brasileiros.
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