Fui informado nesta manhã de candidatura evangélica sem ética e postura. Pensei, refleti e tomei a decisão de escrever sobre o fato. Quando se trata de comunidade evangélica, qualquer fato toma enorme proporção. Um palito riscado, parece um terremoto. Onde os ativistas contrários lutam para desmoralizar e para que haja
rejeição aos bons costumes e esqueça o significado da palavra moral. Quando tem-se candidato do segmento evangélico que não tem base bíblica e falta de conhecimento político, a sociedade fica refém de determinadas candidaturas democráticas, mas não menos oportunistas.
Nas eleições municipais, os legisladores descompromissados criam leis do
tipo: Parada do orgulho gay , do Psiu, Monumento a Bíblia (que a própria Bíblia condena) e querem agora estabelecer o dia do Senhor (onde já temos). Para concorrer com a consciência negra, foi criada o dia da consciência evangélica. Em compensação, negros e evangélicos continuam sendo insultados e de igual modo a comunidade LGBT. A sociedade de um forma geral, precisa respeitar os múltiplos segmentos e nunca determinar a hegemonia de grupo em detrimento do outro.
Outro ponto interessante, é que o mesmo povo evangélico que sente vergonha da
corrupção, do Mensalão.... é igualmente corrupto ou cúmplice, quando vota em candidato oportunista, sem vocação, biônico ou ficha suja. Metido em escândalos e outras coisas mais.
Voto é caráter. Como votar em um candidato evangélico mentiroso, onde basta sondar a vida, saber o histórico na sociedade. Sua postura como ser humano. Qual a sua bandeira? E a folha é a mais triste possível. Tenho observado algumas candidaturas da igreja e sinto vergonha da falta de postura e ética. Fiquei sabendo de uma candidata que usa de expediente inadequado para com o eleitorado. Sei de um candidato de postura abusiva e inconveniente na luta para a vitória proporcional. Não tem projetos, mas quer defender o povo.
Os pastores e padres, omitem-se ou intrometem-se indevidamente. Ficam alheio das candidaturas sérias e comprometidas contra por exemplo: o
kit gay, aborto, etc. na esfera federal. Agora o processo é municipal, mas a escola de maus políticos começa na cidade. Nós evangélicos ou católicos, lutamos pela
família, não votaremos numa candidatura, só porque vai bem nas pesquisas? Jamais! Precisamos
mobilizar o povo para estudar o perfil dos candidatos da igreja evangélica e católica e fecharmos em
torno de nomes que tem perfil, vocação e chance real de serem eleitos.
Precisamos nos lembrar que no dia 7 de outubro, estará em nossa mão o poder ao
tocar na urna e digitar um numero da pessoa que merece sua confiança. Esta legislará e governará sobre você e sua família. Então, é preciso muito cuidado para não se arrepender. Nós cristãos temos opção que não são abortistas,
pederastras, feiticeiro ou ateus! É uma
questão de princípios.
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