Em frente a minha residência, próximo as eleições, sempre passam os candidatos majoritários, mas eles nunca tem tempo para uma conversa. Abrem um sorriso, apertam a mão, batem foto e tchau. Procurei dois candidatos, para saber das suas propostas e contribuir com sugestões, mesmos que fossem descartadas. Não tiveram tempo para ouvir ou fugiram.
Na questão proporcional é pior. Tendo candidato que não sabe o papel legislativo e sequer, quantos bairros tem na cidade.
O discurso de condenar o baixo nível da campanha em Paulista, deve ser feito pela população em geral. O candidato a prefeito (seja quem for), tem de mostrar propostas, se for o caso de brigar, mas que seja no campo das idéias. Afinal das contas, o candidato majoritário será chefe do Executivo e todos querem saber das suas idéias. Desde os coreligionários, militância e oposição. Outro detalhe é que o mesmo deve envolver-se também na campanha proporcional. Pois, caso eleito, deverá administrar a cidade, mas com que bancada?
Existem candidatos que esqueceram dos detalhes, deveres e galanteios ainda como namorado, devendo mantê-los até o fim da gestão. Se não fazem agora, com o povo e aos candidatos, já imaginou (infelizmente na regra) depois de casado, ou seja Prefeito?
Assim, a loucura com a iminência da derrota, coloca em ênfase onda de agressões e ataques, apelação e uso de expedientes sórdidos. A crítica seguida de sugestão é válida. Que tal adotar a forma propositiva, partir para o debate e evitar as brigas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário