O PT mudou a cara desse país, inverteu prioridades, trouxe desenvolvimento para quem verdadeiramente precisa.
Desfaçatez nas Campanhas do Recife e de Paulista
Estamos vivendo o período de acirramento das campanhas municipais e cada vez mais se verifica o uso dos mais diferentes artifícios, legítimos ou nãos, para conquistar o eleitor. Vamos nos concentrar nas eleições do Recife e de Paulista, onde há polarização entre PT e PSB, e levar alguns pontos para reflexão.
No Recife, o candidato do PSB atua como se o seu partido não tivesse nenhuma responsabilidade com os resultados apresentados pela atual administração, mesmo sendo o vice-prefeito presidente estadual do PSB. Mas, isso é só um detalhe! Ele, o candidato, se apresenta como o grande administrador, que conduziu as grandes realizações do governo do estado nos últimos anos, citando as UPAs, SUAPE e propõe o ProUni municipal. Ora, as UPAs são frutos de uma política nacional, capitaneada financeiramente e filosoficamente pelo Ministério da Saúde, portanto, uma intervenção petista, inspirado no trabalho desenvolvido pelo governo Cabral, no Rio de Janeiro; SUAPE teve um salto a partir da decisão política do governo Lula de trazer desenvolvimento para essas terras, investindo fortemente na região. Portanto, outra intervenção petista; o ProUni é outra intervenção de sucesso da administração petista que o candidato quer adotar sem dar os devidos créditos, mas ele se “esquece” que o foco da administração municipal, no tocante à educação, é o ensino infantil e fundamental. O ProUni atua na transição do ensino médio e o superior, mas tudo vale para cativar o eleitor. Em suma, o candidato socialista (?) não assume a responsabilidade que seu partido tem na administração da capital pernambucana, jogando as falhas dessa administração nas costas (sem trocadilhos) do PT, e toma pra si todas as intervenções petistas (bem avaliadas pela população) na região, omitindo o papel do PT. Isso tem nome e esse nome não é nada bonito!
O PT não percebeu que, em Pernambuco, o inimigo tem olhos azuis! O PT estadual se deixou conduzir pelo inimigo e, na hora H, não soube se desvencilhar dessa armadilha. Se não, vejamos: Se Humberto Costa ganha a eleição, quem ganha é o PSB, pois diminuirá em dois a diferença no número de senadores – o PT perde o senador Humberto Costa e o PSB ganha o senador Joaquim Francisco; se Geraldo Júlio ganha a eleição, quem ganha é o PSB, ficando com os governos estadual e municipal. Ou seja, o PSB armou e o PT caiu.
Fenômeno semelhante, e não por acaso, acontece em Paulista. O candidato socialista (?) se exime de qualquer responsabilidade sobre a administração municipal. “Esquece-se” que o atual prefeito é seu correligionário. Onde está o prefeito na sua campanha? O governo fez uma caminhada seguida de um comício com seu candidato na cidade, mas cadê o prefeito? “Esquece-se” que era (é) vereador da cidade e defendia a administração municipal. Mas, em função da disputa eleitoral, se apresenta como novidade. Que novidade, cara pálida? Tu és a continuação da atual administração! Prometem aumentar o número de unidades do PSF, por que não fizeram nesses oito anos de administração? Prometem as tão propagadas Upinhas, por que não fizeram nesses anos? Curioso, todas as propostas apresentadas pelo candidato socialista (?) são iguais as do candidato socialista (?) da capital. Daí, poderíamos nos perguntar: Se o Júnior Matuto ganha a eleição, ele administrará a cidade ou será administrado? Um candidato que não é capaz de construir suas próprias propostas é capaz de administrar uma cidade?
O engodo tomou conta da campanha eleitoral e de nossa cidade! É preciso dar um basta a tanta desfaçatez. A mola-propulsora da melhora na qualidade de vida das pessoas nos últimos anos do país e, mais particularmente, de nossas cidades, foi o PT. O PT, mesmo com todos os seus problemas internos, mudou a cara desse país, inverteu prioridades, trouxe desenvolvimento para quem verdadeiramente precisa. Há muito por fazer, é verdade, mas é preciso reconhecer que o país hoje é outro em função do modo petista de governar.
Desfaçatez nas Campanhas do Recife e de Paulista
Estamos vivendo o período de acirramento das campanhas municipais e cada vez mais se verifica o uso dos mais diferentes artifícios, legítimos ou nãos, para conquistar o eleitor. Vamos nos concentrar nas eleições do Recife e de Paulista, onde há polarização entre PT e PSB, e levar alguns pontos para reflexão.
No Recife, o candidato do PSB atua como se o seu partido não tivesse nenhuma responsabilidade com os resultados apresentados pela atual administração, mesmo sendo o vice-prefeito presidente estadual do PSB. Mas, isso é só um detalhe! Ele, o candidato, se apresenta como o grande administrador, que conduziu as grandes realizações do governo do estado nos últimos anos, citando as UPAs, SUAPE e propõe o ProUni municipal. Ora, as UPAs são frutos de uma política nacional, capitaneada financeiramente e filosoficamente pelo Ministério da Saúde, portanto, uma intervenção petista, inspirado no trabalho desenvolvido pelo governo Cabral, no Rio de Janeiro; SUAPE teve um salto a partir da decisão política do governo Lula de trazer desenvolvimento para essas terras, investindo fortemente na região. Portanto, outra intervenção petista; o ProUni é outra intervenção de sucesso da administração petista que o candidato quer adotar sem dar os devidos créditos, mas ele se “esquece” que o foco da administração municipal, no tocante à educação, é o ensino infantil e fundamental. O ProUni atua na transição do ensino médio e o superior, mas tudo vale para cativar o eleitor. Em suma, o candidato socialista (?) não assume a responsabilidade que seu partido tem na administração da capital pernambucana, jogando as falhas dessa administração nas costas (sem trocadilhos) do PT, e toma pra si todas as intervenções petistas (bem avaliadas pela população) na região, omitindo o papel do PT. Isso tem nome e esse nome não é nada bonito!
O PT não percebeu que, em Pernambuco, o inimigo tem olhos azuis! O PT estadual se deixou conduzir pelo inimigo e, na hora H, não soube se desvencilhar dessa armadilha. Se não, vejamos: Se Humberto Costa ganha a eleição, quem ganha é o PSB, pois diminuirá em dois a diferença no número de senadores – o PT perde o senador Humberto Costa e o PSB ganha o senador Joaquim Francisco; se Geraldo Júlio ganha a eleição, quem ganha é o PSB, ficando com os governos estadual e municipal. Ou seja, o PSB armou e o PT caiu.
Fenômeno semelhante, e não por acaso, acontece em Paulista. O candidato socialista (?) se exime de qualquer responsabilidade sobre a administração municipal. “Esquece-se” que o atual prefeito é seu correligionário. Onde está o prefeito na sua campanha? O governo fez uma caminhada seguida de um comício com seu candidato na cidade, mas cadê o prefeito? “Esquece-se” que era (é) vereador da cidade e defendia a administração municipal. Mas, em função da disputa eleitoral, se apresenta como novidade. Que novidade, cara pálida? Tu és a continuação da atual administração! Prometem aumentar o número de unidades do PSF, por que não fizeram nesses oito anos de administração? Prometem as tão propagadas Upinhas, por que não fizeram nesses anos? Curioso, todas as propostas apresentadas pelo candidato socialista (?) são iguais as do candidato socialista (?) da capital. Daí, poderíamos nos perguntar: Se o Júnior Matuto ganha a eleição, ele administrará a cidade ou será administrado? Um candidato que não é capaz de construir suas próprias propostas é capaz de administrar uma cidade?
O engodo tomou conta da campanha eleitoral e de nossa cidade! É preciso dar um basta a tanta desfaçatez. A mola-propulsora da melhora na qualidade de vida das pessoas nos últimos anos do país e, mais particularmente, de nossas cidades, foi o PT. O PT, mesmo com todos os seus problemas internos, mudou a cara desse país, inverteu prioridades, trouxe desenvolvimento para quem verdadeiramente precisa. Há muito por fazer, é verdade, mas é preciso reconhecer que o país hoje é outro em função do modo petista de governar.
Prof. Nicanor Valerio
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