Agência Brasil
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| O aumento ocorreu em 16 capitais e as variações mais expressivas foram registradas no Recife, em Natal e em Belo Horizonte |
O
pãozinho foi o vilão da cesta básica dos recifenses em setembro. De
acordo com a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e
Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta sexta-feira (5), o
alimento subiu 7,61% na capital pernambucana no último mês, a maior
majoração do país. O aumento ocorreu em 16 capitais e as variações mais
expressivas foram registradas no Recife, em Natal (5,68%) e em Belo
Horizonte (3,99%).
A cesta básica da capital pernambucana chegou a R$ 239,53 em setembro, o que posiciona a cidade no 14º lugar no ranking que mensura o preço de 13 alimentos essenciais à mesa do brasileiro.
Entre os itens avaliados pelo Dieese, a farinha foi o produto que mais subiu de preço no acumulado do ano: uma alta de 42,67% nos supermercados do Recife. Em setembro, houve aumento em 11 localidades. A elevação aqui foi de 15,33%, a segunda maior do país, atrás só de Natal (15,94%).
O segundo item da feira que mais subiu neste ano, no Recife, foi o feijão: o aumento acumulado chega a 39,67%. Mas no mês passado os preços permaneceram estáveis tanto na capital pernambucana quanto no Rio de Janeiro, enquanto houve queda em oito cidades. As principais variações negativas deram-se em Goiânia (-9,50%), Aracaju (-9,35%) e João Pessoa (-4,90%).
Cenário nacional
O maior valor para a cesta básica foi registrado em Porto Alegre (R$ 311,44), seguido por Florianópolis (R$ 310,92) e São Paulo (309,08). As cestas mais baratas foram encontradas em Aracaju (R$ 207,80), Salvador (R$ 217,71) e João Pessoa (R$ 233,26).
Todo mês, o Dieese estima o valor do salário mínimo necessário para a manutenção de um trabalhador e de sua família. Com base no custo da cesta básica para Porto Alegre, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.616,41, o equivalente a 4,21 vezes o piso vigente, de R$ 622.
A cesta básica da capital pernambucana chegou a R$ 239,53 em setembro, o que posiciona a cidade no 14º lugar no ranking que mensura o preço de 13 alimentos essenciais à mesa do brasileiro.
Entre os itens avaliados pelo Dieese, a farinha foi o produto que mais subiu de preço no acumulado do ano: uma alta de 42,67% nos supermercados do Recife. Em setembro, houve aumento em 11 localidades. A elevação aqui foi de 15,33%, a segunda maior do país, atrás só de Natal (15,94%).
O segundo item da feira que mais subiu neste ano, no Recife, foi o feijão: o aumento acumulado chega a 39,67%. Mas no mês passado os preços permaneceram estáveis tanto na capital pernambucana quanto no Rio de Janeiro, enquanto houve queda em oito cidades. As principais variações negativas deram-se em Goiânia (-9,50%), Aracaju (-9,35%) e João Pessoa (-4,90%).
Cenário nacional
O maior valor para a cesta básica foi registrado em Porto Alegre (R$ 311,44), seguido por Florianópolis (R$ 310,92) e São Paulo (309,08). As cestas mais baratas foram encontradas em Aracaju (R$ 207,80), Salvador (R$ 217,71) e João Pessoa (R$ 233,26).
Todo mês, o Dieese estima o valor do salário mínimo necessário para a manutenção de um trabalhador e de sua família. Com base no custo da cesta básica para Porto Alegre, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.616,41, o equivalente a 4,21 vezes o piso vigente, de R$ 622.

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