Apesar
dos avanços na área, os programas sociais do governo federal ainda
deixam de fora cerca de 2,5 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha
da miséria no país, de acordo com estimativa do Ministério do
Desenvolvimento Social.
Encontrar
essas pessoas, que hoje estão fora do Cadastro Único, base de dados
usada para administrar os programas sociais, é essencial para a
presidente Dilma Rousseff cumprir sua promessa de "erradicar" a extrema
pobreza -o que só ocorrerá quando nenhum brasileiro ganhar menos que R$
70 por mês, segundo o critério fixado pelo governo.
Se
essas pessoas não entrarem no sistema, elas jamais serão incluídas em
ações como o Bolsa Família, cujas transferências foram ampliadas por
Dilma, e, assim, não serão resgatadas da extrema pobreza.
"Pretendemos
fazer [o cadastro dessas famílias] até o final do ano. A presidente já
nos indicou que o processo tem que ser acelerado", disse o secretário
para Superação da Extrema Pobreza do ministério, Tiago Falcão. (Folha de S.Paulo - João Carlos Magalhães)
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