A Assembleia da França aprovou nesta terça-feira, com ampla maioria, a legislação que permite que casais homossexuais se casem e adotem crianças. A lei agora seguirá para a análise da câmara alta do Parlamento.
A votação ocorreu 10 dias após os parlamentares votarem a favor de um artigo fundamental da lei, que redefine o casamento como um contrato entre duas pessoas, em vez de entre um homem e uma mulher.
Há
meses o assunto vinha mobilizando defensores e opositores do projeto de
lei. Inúmeras passeatas foram organizadas no país nas últimas semanas.
Em meados de janeiro, opositores ao projeto conseguiram reunir 340 mil
pessoas nas ruas de Paris, segundo a polícia, ou 1 milhão, de acordo com
os organizadores. Depois houve o contra-ataque dos defensores da
proposta, com uma manifestação que reuniu entre 125 mil e 400 mil
pessoas em Paris a favor da reforma.
O projeto, agora aprovado, é considerado por alguns a mais importante reforma da sociedade francesa desde a abolição da pena de morte na França, em 1981. O governo afirma que sua determinação para garantir a aprovação do projeto - uma promessa de campanha do presidente François Hollande.
Para garantir a aprovação do texto, o governo retirou do projeto o ponto mais polêmico: a possibilidade de mulheres lésbicas recorrerem a tratamentos de procriação médica assistida para engravidar. O governo optou por adiar o debate dessa questão e retomar o assunto em um futuro projeto de lei sobre temas ligados à família.
O projeto, agora aprovado, é considerado por alguns a mais importante reforma da sociedade francesa desde a abolição da pena de morte na França, em 1981. O governo afirma que sua determinação para garantir a aprovação do projeto - uma promessa de campanha do presidente François Hollande.
Para garantir a aprovação do texto, o governo retirou do projeto o ponto mais polêmico: a possibilidade de mulheres lésbicas recorrerem a tratamentos de procriação médica assistida para engravidar. O governo optou por adiar o debate dessa questão e retomar o assunto em um futuro projeto de lei sobre temas ligados à família.
O
que para alguns é considerado uma avanço, uma demostração de
modernidade da França, é para nós um retrocesso e só temos a lamentar,
por uma decisão tão retrógada e que vulnerabiliza a instituição mater da
sociedade, a família. Que Deus tenha misericórdia de nós.

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