Conta-se
que em uma cidade dos EUA, havia um rabino cujos sermões eram famosos. A
comunidade sempre se reunia para ouvi-lo. Mas, houve um dia em que um
membro da congregação não pôde participar da reunião, mas não queria perder o
sermão e contratou um não judeu para gravar o sermão.
Outros
membros viram o fato e copiaram a idéia, deixando a sinagoga com não judeus
gravando o sermão. Após perceber que os gentios gravavam o seu sermão, o rabino
resolveu dar o troco. Contratou um não judeu, que levou o aparelho para
reproduzir o seu sermão gravado, sendo o primeiro caso de in -sermão.
A idéia deveria pegar em alguns lugares por por aqui,
pois ultimamente tem-se uns candidatos a promotores da justiça divina, que
se arvoram até a julgar os pensamentos alheios. Já passaram do estágio de irmandade, ou seja, pularam o estágio da graça, no que se refere a perfeição relativa e chegaram a absoluta. Com um pequeno detalhe: Ainda residem entre nós.
Sentam no altar do templo como
semi-deus. Usam o púlpito para trovejar inépcia e arrogâncias. Esquecendo da
homilia e hermenêutica para o ouvinte. Longe do conhecimento de girafa, tende a ser bode, caso não se converta. Ainda por cima, tem telhado de vidro, passado condenável, nenhuma ética
e falta de qualificação eclesiástica. Ainda torram a paciência do ouvinte com
repetições e som de péssima qualidade. Já deu.
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